PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS HIDROPÔNICAS GANHA FORÇA NO INTERIOR DE RONDÔNIA

A produção de hortaliças em hidropônicas, vêm conquistando mercado em Ji-Paraná, interior do estado de Rondônia. Em Hidroponia, o cultivo segue um criterioso padrão de segurança e têm maior vida útil e menor probabilidade de contaminações e pragas, já que não entra em contato com o solo. A produção em baixa escala, tem projeção de crescimento nos próximos meses, fruto de uma parceria entre Pedro Ivan Teixeira e Andrews Toginho, com o desafio de cultivar alface e rúcula hidropônicas. O projeto começou em 2011 com a proposta de abastecer supermercados e restaurantes da cidade.

Em Ji-Paraná o projeto já existe em algumas propriedades rurais, ao contrário dos alimentos hidropônicos do Projeto Vida Verde com cultivo o perímetro urbano. A área destinada à produção é de 280 metros quadrados, com objetivo de produzir alimentos com valor agregado, em calhas que evitam a o contato com caramujos, lesmas, bactérias, fungos, insetos e vermes.

As estufas foram construídas em setembro de 2011 e a primeira colheita em janeiro do ano seguinte. “Aqui nos temos um sistema que é totalmente limpo e não tem contato com solo. A gente utiliza uma solução nutritiva balanceada para atender toda exigência da planta, uma em cada fase, para crescer de forma saudável e nutritiva. Estamos começando, e ao poucos conquistando a confiança de mercado. A ideia e oferecer um produto diferenciado com valor acessível ao consumidor”, disse Pedro Ivan, idealizador do projeto.

BUSCA

A iniciativa surgiu após uma pesquisa na internet, e visita a uma produção em Ouro Preto, que resultou em na viagem a Florianópolis (SC), onde Pedro aprimorou seus conhecimentos e desenvolveu o projeto. A proposta despertou o interesse do estudante de gestão ambiental Andrews Toginho. “Eu fui seduzido por esse projeto, até por que muitas vezes nós vamos ao supermercado e não sabemos a origem do produto que estamos comprando. Hoje em dia o perigo não é somente os coliformes fecais e agrotóxicos, existem outros que muitas vezes é desconhecido por nós. Aqui existe a possibilidade das pessoas conhecerem o sistema de produção, e a nossa preocupação com a qualidade dos alimentos”, explicou Andrews.

MÉTODO QUER ATENDER DEMANDA DA REGIÃO

A dona de casa Zenilda de Sousa, assim que tomou conhecimento da proposta passou a ser cliente. Segundo ela, a qualidade e segurança em que as hortaliças hidropônicas são produzidas foram decisivas. “Nesse tempo de chuva tem muito caramujo pela cidade, e mesmo você higienizando os alimentos as verminoses permanecem, aqui não, elas são cultivadas distantes do chão, e com padrão de segurança que garante a qualidade da produção”, declarou. Zenilda disse ainda que, a vantagem é ver como a atividade funciona, “no mercado não temos esse privilégio é comprar ou comprar”.

Atualmente a produção diária é de 100 alfaces e 40 rúculas por dia, o projeto será ampliado com as mesmas hortaliças. A dupla, atualmente, testa no cultivo de agrião.

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