PREÇOS DE HORTALIÇAS REGISTRAM AUMENTO

O consumidor já está sentindo no bolso o aumento dos preços das principais hortaliças nas centrais de abastecimento (Ceasas) do País, conforme apontou o 2º Boletim Prohort de Comercialização de Hortigranjeiros nas Ceasas em 2016, divulgado no final do mês passado (fevereiro).

Entre os produtores hidropônicos, os principais vilões do cultivo foram o aumento de impostos dos insumos, energia elétrica, água e transporte. Para o produtor Keiji Roberto Nakashima, 53 anos, de Atibaia (SP), a questão climática também afetou, mesmo que de maneira secundária. “Aqui na minha cidade faz muito calor, mas foram os impostos que mais influenciaram no custo final da produção”, enfatizou Nakashima, que cultiva alface e rúcula através da Hidroponia.

Por outro lado, nos demais sistemas de cultivo, o catalisador do aumento foi a questão climática desfavorável para produção de hortaliças.

O levantamento avaliou os valores praticados nas Ceasas em janeiro deste ano e apontou as maiores elevações principalmente na cenoura e no tomate. O menor reajuste da cenoura foi de 14,5% no Rio de Janeiro, enquanto a maior porcentagem foi registrada em Campinas, chegando a 65%. Quanto ao tomate, chegou a registrar alta de 70,5% no Espírito Santo, enquanto no Rio de Janeiro atingiu 84,6%.

Nesse contexto, o cultivo hidropônico torna-se cada vez mais importante para o abastecimento do mercado. Além de economizar em média 90% de água na produção do alimento  pelo fato de ser praticada em ambientes protegidos (especialmente estufas), garante maior proteção da cultura contra condições climáticas desfavoráveis.

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