PESQUISA TESTA EFICIÊNCIA DE NITROGÊNIO EM CULTIVARES DE ALFACE HIDROPÔNICA

Uma pesquisa da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) está estudando a capacidade de assimilação de nitrogênio e a eficiência desse nutriente em dez diferentes cultivares de alface crespa em sistema hidropônico. O projeto tem o objetivo de reduzir os custos e melhorar a qualidade da produção, de acordo com o pesquisador da Empaer Paulo José Paiva.

Iniciado no mês de agosto, na propriedade Hidropônico Matsu, em Várzea Grande (MT), o experimento leva em consideração aspectos quantitativos e qualitativos. Paiva cita parâmetros como produção de massa de diferentes órgãos das plantas (folhas, caule e raízes), bem como a resistência à queima das bordas, número de folhas maiores que 10 centímetros e o comprimento do caule da planta.

Sobre a importância dessa pesquisa, Paiva frisa que, entre os nutrientes utilizados na Hidroponia, o nitrogênio é o elemento que mais influencia no desenvolvimento da alface. Esse macronutriente é o componente das proteínas que formam as plantas, o que eleva sua demanda em relação aos demais.

O pesquisador ainda ressalta que a fisiologia da alface não é eficiente na utilização desse macronutriente, tendo um aproveitamento geralmente inferior a 50%. Contudo, esse aspecto varia de acordo com a genética entre as diferentes linhagens dentro da espécie de alface.

Estão sendo avaliadas as seguintes variedades de alface crespa: Malice, Crocante, Amanda, Camila, Corabela, Ceres, Solaris, Vanda, Veneranda e Pivaverde.

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