O PASSO A PASSO DA HIDROPONIA – PARTE 2

Os equipamentos necessários para a instalação da hidroponicultura estão relacionados ao processo produtivo que será adotado pelo empreendedor. Existem desde projetos de Hidroponia sofisticados até os bem simples e de fácil construção, onde os materiais podem ser adaptados com diversos recursos alternativos. Apresentamos a seguir os equipamentos necessários para a construção de um pequeno projeto hidropônico no sistema NFT, com a utilização de espuma fenólica e perfis de polipropileno para produção de alface ou outra folhosa:

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Casa de Vegetação (estufa): Parte aérea de 7m x 21m – cobertura c/ filme de polietileno (PE), policloreto de vinila (PVC) ou outros; Perfis pequenos TP58 de 4,75m c/ furo; Perfis TP 90 de 4,75m c/ furo; Tampões de entrada para perfil TP58 Perfil de recolhimento TP58 de 0,80m com 9 encaixes, Tampões para perfil TP 90 P Perfil de recolhimento TP90 de 1, 50m com 7 encaixes.

Sistema injetor de solução: Canos em PP especial 50mm x 6m Canos em PP especial 25 mm x 6m Perfil base de bancada – barras de 0,70m Pés da bancada de 1,20m para berçário. Perfil base de bancada – barras de 1,40m. Perfil base travamento – barras de 1,00m; Pés da bancada de 1,20m para final. Bomba centrífuga (1/2 H.P.) Timer digital multiprogramável. Reservatório 1.500L em fibra de vidro Registro de esfera (25mm).

Para administração e controle do negócio, também é desejável que o estabelecimento possua equipamentos como computador, impressora, acesso à internet, linha telefônica, mesas, cadeiras, estantes, armários de acordo com a necessidade, veículo para transporte, que pode ser comprado, alugado ou usado de forma compartilhada com outros agricultores.

Matéria-Prima/Mercadoria

Os processos de uma hidroponicultura são divididos em:

1-Produção – Compreende as atividades de preparação e manutenção do ambiente, produção de mudas, plantio, controle de doenças e pragas, colheita e embalagem dos produtos.

2-Administração e Vendas – responsável pela gerência e controle das atividades administrativas da hidroponicultura e geralmente é exercido pelo proprietário. Engloba as atividades de vendas e relacionamento com clientes, vistas como fundamentais para o sucesso do negócio.

Automação

No processo de produção, prevalecem as atividades manuais e mecânicas. Porém, estruturas sofisticadas utilizam mecanismos automáticos que efetuam as operações de manejo (abertura ou fechamento de cortinas e de telas de controle de radiação); sensores e controladores que comandam o fornecimento da solução nutritiva, climatização e modificação atmosférica interna, por meio da interação com sistema de aquisição de dados.

Para o gerenciamento do negócio, existem no mercado sistemas tecnológicos simples e baratos que possibilitam o controle da produção, controle do estoque de insumos, cadastro de clientes, controle de contas a pagar e a receber, controle de fornecedores, folha de pagamento, fluxo de caixa, fechamento de caixa e muito mais.

Canais de distribuição

Pequenos negócios contam com canais de distribuição simplificados. Geralmente a produção é escoada por meio de venda direta em feira livre, ou através de distribuidores, centrais de abastecimento (Ceasas), restaurantes, hotéis ou revendedores (supermercados, mercearias, hortifrutis etc.) da região. Também é comum o atendimento de pedidos por telefone e entrega a domicílio.

O professor Jorge Barcelos, do LabHidro e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), afirma que o melhor procedimento para um iniciante é criar seu mercado. Plantar poucas unidades e ir oferecendo em locais próximos, onde o produto ainda não é conhecido. O erro primário seria sair produzindo em grande quantidade, segundo ele. “Isso assustará de cara o potencial comprador. E os problemas se multiplicarão em cadeia. A cada passo dado, afundará ainda mais. Chegará ao ponto de desespero oferecendo o produto onde já era comercializado. Torna-se um concorrente e morrem todos abraçados”, alerta o especialista.

O empresário Luiz Fernando Calderaro, da Hidropônicos Calderaro, de Capão Bonito/SP, conta que no começo apostaram nos clientes que tinham preocupação com a qualidade. “Sempre tivemos o foco em consumidores que se preocupassem com qualidade e procuramos ter um contato com clientes sempre de uma forma direta e objetiva. Eu faço questão de atender todos os pedidos pessoalmente”, declara o empresário, acrescentando que a entrega é feita de porta a porta e com transporte próprio na grande São Paulo.

Investimentos

Estimamos que a montagem de um projeto hidropônico de pequeno porte, para a produção de 30 mil pés de alface, requeira um investimento inicial de cerca de R$ 80 mil para fazer frente aos seguintes itens de investimento:

Preparação do terreno, limpeza, terraplanagem e estrutura geral da casa de vegetação – R$ 35 mil;

Instalações de água e energia elétrica – R$ 18 mil;

Equipamentos, perfis, bancadas – R$ 5 mil;

Sementes e Insumos – R$ 3 mil;

Despesas de registro da empresa, honorários profissionais, taxas e mais – R$ 2 mil;

Instalação do escritório da administração – R$ 4 mil;

Capital de giro para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade – R$ 15 mil;

Embora o processo produtivo em hidroponicultura seja flexível e, em muitos casos, permita ao empreendedor a construção de uma estrutura que possa ser ampliada em etapas, o valor estimado pode variar muito. Componentes como o valor pago pelo terreno, benfeitorias a serem edificadas no local e equipamentos utilizados dificultam a formulação de uma estimativa aleatória. Em razão disso, é aconselhável que o empreendedor elabore um Plano de Negócio, onde os recursos necessários poderão ser determinados em função dos objetivos estabelecidos de retorno e alcance de mercado.

Capital de giro e custos

São todos os gastos realizados na produção de um bem ou serviço e que serão incorporados posteriormente ao preço dos produtos ou serviços prestados, como aluguel, água, luz, salários, honorários profissionais, despesas de vendas, matéria-prima e insumos consumidos no processo de produção. O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos na compra, produção e venda de produtos ou serviços que compõem o negócio indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso, na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pelo melhor preço e o controle de todas as despesas internas.

Quanto menores os custos, maiores serão as chances de ganhar no resultado final do negócio. Estimamos que um projeto de Hidroponia para a produção de 30 mil pés de alface tenha custos mensais em torno de R$ 9 mil, alocados majoritariamente nos seguintes itens: 1-salários, comissões e encargos; 2-tributos; 3-aluguel – se houver; 4-água e energia elétrica; 5-aquisição de matéria prima e insumos (sementes, solução nutritiva etc); 6-despesas com armazenamento e transporte; 7-Manutenção e substituição de instalações e equipamentos. 8-assessoria contábil; 9-propaganda e publicidade da empresa.

Diversificação/Agregação de valor

O negócio de Hidroponia exige do empreendedor um conhecimento de fisiologia vegetal para desenvolver uma marca que se torne percebida pela qualidade do produto. Para isso, são importantes o tamanho, maturidade, consistência, idade, odor, proteína, forma, cor, pureza, sabor etc. O beneficiamento, a embalagem e a classificação do produto são outras ações que podem agregar valor. Pode-se agregar valor por meio de prazos de entrega reduzidos, investimento em tecnologias que permitem manter o aspecto dos produtos por mais tempo e um sistema de logística eficiente.

Outra dica é pesquisar junto aos concorrentes para conhecer os serviços que estão sendo adicionados e desenvolver opções específicas com o objetivo de proporcionar ao cliente um produto diferenciado. Além disso, conversar com os clientes atuais para identificar suas expectativas é muito importante para o desenvolvimento de novos serviços ou produtos personalizados, o que amplia as possibilidades de fidelizar os atuais clientes, além de cativar novos.

A diversificação da produção é outra recomendação. Ter um só tipo de produto é muito limitante na hora de oferecê-lo. Mas um novo item criado deve ser feito com critério, ensina Jorge Barcelos. “Se o carro-chefe da empresa é a alface, aventurar-se no cultivo de tomate pode ser um desastre. Isto porque tudo é diferente. Então, vá com calma e sabendo se vai dar conta ou não”, aconselha o especialista. Luiz Fernando Calderaro também aposta na diversificação. Ele e o pai começaram produzindo alface crespa da variedade Verônica e lisa da variedade Regina. Hoje, a área com Hidroponia é de 60 mil metros quadrados e os agricultores cultivam mais de 20 itens, como agrião, almeirão, manjericão, rúcula e salsa. “Acredito ser importante a diversificação, pois. quanto mais produtos hidropônicos, maior o número de consumidores”, reforça.

Divulgação

Os meios para divulgação de uma hidroponicultura variam de acordo com o porte e o público-alvo escolhido. Para um empreendimento de pequeno porte a forma mais adequada é o corpo-a-corpo, indo até o cliente e fazendo divulgação direta. Uma boa alternativa é apresentar fotografias ou material gráfico promocional com texto e imagens sobre o cultivo (pode incluir depoimentos de clientes, dados nutricionais etc). Existem vários tipos de clientes para os produtos hidropônicos como as pessoas que compram para o consumo próprio, ou as empresas que compram para processamento e dessa forma obter novos produtos, além dos supermercados, sacolões, feirantes etc.

Na medida do interesse e das possibilidades, poderão ser utilizados anúncios em jornais locais, outdoor e internet. A divulgação por meio de site na web representa uma possibilidade de divulgação bem interessante, com a exposição de fotografias do ambiente de produção. Sendo um bem de consumo, a divulgação dos produtos hidropônicos também pode ser direcionada para o usuário final, com o objetivo de estimulá-lo a consumir o seu produto. “Não estamos fazendo tanto como deveríamos”, admite Calderaro, que apostou em um site para divulgar a empresa. A página, porém, no momento está passando por uma reestruturação. “Mas acredito que a nossa maior divulgação seja a boca a boca”, destaca.

Alguns itens são importantes para chamar atenção do consumidor no ponto-de-venda, dentre eles a adequada exposição, uso de displays, totens ou folhetos explicativos sobre a qualidade do produto, porém a possibilidade de visualizar e poder atestar a sua qualidade são essenciais para impulsionar o cliente a adquirir o produto hidropônico. Uma bonita e bem elaborada embalagem é uma boa forma de apresentar o produto, sendo um requisito básico para impulsionar a sua venda. Neste contexto, é necessário que o empreendedor fiscalize os produtos expostos nos pontos-de-venda para verificar sua adequada exposição e se o sistema de refrigeração está funcionando adequadamente para que não haja perda na qualidade.

Como o produto cultivado de forma convencional, comparativamente às culturas hidropônicas, aparece como um concorrente forte nas preferências dos consumidores, é necessária a adoção de estratégias por parte do produtor hidropônico, por meio de campanhas de valorização do conteúdo nutricional e higiene da produção.

Informações Fiscais e Tributárias

O segmento de Hidroponia é entendido pela CNAE/IBGE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) 9329-8/04 e 5611-2/02 como a atividade do cultivo e semi cultivo, em água doce, de espécies de meio aquático vegetal (plantas aquáticas, algas) ou animais (espécies cujas fases reprodutivas de seu ciclo vital se processam, no todo ou em parte, na água), exceto a criação de peixes, camarões, ostras, mexilhões, peixes ornamentais, rãs e jacarés.

Esse setor poderá optar pelo SIMPLES Nacional – Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas ME (Microempresas) e EPP (Empresas de Pequeno Porte), instituído pela Lei Complementar nº 123/2006, desde que a receita bruta anual de sua atividade não ultrapasse a R$ 360 mil para microempresa e R$ 3,6 milhões para empresa de pequeno porte e respeitando os demais requisitos previstos na Lei. Nesse regime, o empreendedor poderá recolher os seguintes tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do SIMPLES Nacional:

  • IRPJ (imposto de renda da pessoa jurídica);
  • CSLL (contribuição social sobre o lucro);
  • PIS (programa de integração social);
  • COFINS (contribuição para o financiamento da seguridade social);
  • ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços);
  • INSS (contribuição para a Seguridade Social relativa à parte patronal);

Conforme a Lei Complementar nº 123/2006, as alíquotas do SIMPLES Nacional, para esse ramo de atividade, variam de 4% a 12,11%, dependendo da receita bruta auferida pelo negócio. No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo SIMPLES Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade, os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de meses de atividade no período.

Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o caso. Na esfera federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou Cofins. Se a receita bruta anual não ultrapassar a R$ 60 mil, o empreendedor, desde que não possua e não seja sócio de outra empresa, poderá optar pelo regime denominado de MEI (Microempreendedor Individual).

Para se enquadrar no MEI o CNAE de sua atividade deve constar e ser tributado conforme a tabela da Resolução CGSN nº 94/2011 – Anexo XIII. Neste caso, os recolhimentos dos tributos e contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo: I) Sem empregado • 5% do salário mínimo vigente – a título de contribuição previdenciária do empreendedor; • R$ 1,00 mensais de ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias; II) Com um empregado: (o MEI poderá ter um empregado, desde que o salário seja de um salário mínimo ou piso da categoria).

O empreendedor recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais: Retém do empregado 8% de INSS sobre a remuneração; • Desembolsa 3% de INSS patronal sobre a remuneração do empregado. Havendo receita excedente ao limite permitido superior a 20% o MEI terá seu empreendimento incluído no sistema SIMPLES Nacional.

Para este segmento, tanto ME, EPP ou MEI, a opção pelo SIMPLES Nacional sempre será muito vantajosa sob o aspecto tributário, bem como nas facilidades de abertura do estabelecimento e para cumprimento das obrigações acessórias. Fundamentos Legais: Leis Complementares 123/2006 (com as alterações das Leis Complementares nºs 127/2007, 128/2008 e 139/2011) e Resolução CGSN – Comitê Gestor do Simples Nacional nº 94/2011.

Dicas do Negócio

– Um bom planejamento é essencial para a instalação de qualquer projeto. E em Hidroponia não é diferente. Um bom projeto inclui a estimativa de recursos necessários, os meios de financiá-los e expandi-los ao longo do tempo. Por isso é essencial que o empreendedor planeje a implantação do seu projeto de Hidroponia com cuidado, pois acima de tudo ele precisa ser viável economicamente;

– Procure aperfeiçoar-se constantemente, aprofundando seus conhecimentos técnicos e de fisiologia vegetal. Uma planta doente pode contaminar toda a produção;

– Desenvolva mercados e trabalhe para mantê-los satisfeitos. O domínio de técnicas de negociações com distribuidores de hortifrutigranjeiros também é importante;

– Mantenha estratégias próprias para escoar a produção e evitar encalhe e perdas. Esteja sempre alerta, pois os produtos que produz são altamente perecíveis. Mantenha planos de contingência para os casos de falta de energia elétrica;

– Desenvolver métodos próprios para evitar perdas de produtos na entrega;

– A presença do proprietário em tempo integral é fundamental para o sucesso do empreendimento;

– Evite desperdícios no processo produtivo;

– O empreendedor deve estar sintonizado com a evolução do setor, pois esse é um negócio que requer inovação e adaptação constantes, em face das novas tecnologias que surgem frequentemente;

Características específicas do empreendedor

O empreendedor envolvido com atividades relacionadas à Hidroponia e fisiologia vegetal precisa adequar-se a um perfil arrojado e comprometido com a evolução acelerada de um setor altamente disputado por concorrentes nem sempre fáceis de serem vencidos. É aconselhável uma auto análise para verificar qual a situação do futuro empreendedor frente a esse conjunto de características e identificar oportunidades de desenvolvimento.

Não funciona tipo “receita de bolo”, mas há um consenso de que o empresário desse ramo precisa ter paixão pela atividade e conhecer bem o ramo de negócio, além de pesquisar e observar permanentemente o mercado em que está instalado, promovendo ajustes e adaptações no negócio. “Em primeiro lugar, a pessoa tem que ter vontade de trabalhar e ter espírito empreendedor”, afirma o produtor hidropônico Rondinele Quirino, que cultiva alfaces em Aurelino Leal/BA, município situado a 370 quilômetros de Salvador.

O agricultor frisa que a Hidroponia, por ter um cultivo como propulsor do negócio, exige conhecimento técnico. “Não é tão empírico como na agricultura tradicional”, sublinha Quirino, que produz de 400 a 500 maços de alface por dia, comercializados em quatro cidades turísticas do Sul da Bahia. Também é necessário ter atitude e iniciativa para promover as mudanças necessárias, assim como acompanhar o desempenho dos concorrentes. “É preciso que ele seja empreendedor com disponibilidade para atuar no empreendimento e para aprender técnicas de produção no sistema de Hidroponia”, frisa o empresário Carlos D’Agostini, da Vivo Hidropônicos, que administra uma rede de franquias em Hidroponia no Norte do país.

O investidor tem que ter capacidade de administrar todas as áreas internas da empresa, além de saber negociar, vender benefícios e manter clientes satisfeitos. Ainda será preciso que ele tenha visão clara de onde quer chegar, planeje e acompanhe o desempenho da empresa. “De preferência, o empreendedor precisa ter conhecimentos de administração, agronomia ou fisiologia vegetal. Também deve ter habilidades comerciais e administrativas”, acrescenta D’Agostini.

Outro requisito para quem pretende investir no setor é ser persistente e não desistir dos seus objetivos, além de manter o foco definido para a atividade empresarial e ter coragem para assumir riscos calculados. Estar sempre disposto a inovar e promover mudanças e ter grande capacidade para perceber novas oportunidades e agir rapidamente para aproveitá-las são outras características desejáveis de quem deseja investir no setor.

Para o produtor hidropônico José Maria Coelho Sultanum, mais conhecido como Zé Maria, o empreendedor que está começando na técnica do cultivo sem solo precisa ter consciência de que terá de trabalhar muito, todos os dias da semana. Conhecimento técnico da cultura é outro requisito. “A Hidroponia parece simples, mas tem algumas armadilhas. O produtor começa produzindo bem, mas depois aparecem as doenças, que podem acabar com a produção de um dia para o outro”, alerta o agricultor, que produz 34 itens hidropônicos em quatro unidades: uma em Fernando de Noronha, duas em Paratibe, Pernambuco, e outra em Pedras de Fogo, na Paraíba.

Eventos (a agenda abaixo foi organizada antes da pandemia mundial de COVID-19, por isso, a maioria dos eventos foram replanejados e aguardam novas datas)

9º Encontro Brasileiro de Hidroponia e 1° Simpósio Brasileiro de Hidroponia. Local: Florianópolis/SC. Próximo evento 18 e 19 de setembro. www.encontrohidroponia.com.br .

Curso Básico de Hidroponia LabHidro, da Universidade Federal de Santa Catarina – Centro de Ciências Agrárias (CCA), Rodovia Admar Gonzaga, 1.346, Itacorubi, Florianópolis/SC. Telefones: (48)  3721- 8767 (ou 3721- 9090).

Curso Básico de Hidroponia Hidrogood (11) 4787-0900 ou pelo e-mail  hidrogood@hidrogood.com.br. Site: www.hidrogood.com.br .

Curso de Hidroponia Hidroponic – E-mail: contato@hidroponic.com.br. Site:www.hidroponic.com.br .

Entidades em Geral

– Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (Abeas) https://www.abeas.com.br.

– Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa) https://www.anvisa.gov.br.

– Associação Brasileira de Horticultura (ABH) https://www.abhorticultura.com.br.

– Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Sede – Parque Estação Biológica – PqEB s/n – Brasíla/DF – CEP: 70770-901. Telefone: (61) 3448-4433. E-mail: sac@sede.embrapa.br. Site: www.embrapa.br .

– Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Av. Barão de Itapura, 1.481, Campinas/SP. CEP: 13020-5422. Telefone: (19) 3231-5422. Site: www.iac.sp.gov.br.

– LabHidro da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Site: https://www.labhidro.cca.ufsc.br.

– Ministério da Agricultura. Site: www.agricultura.gov.br.

– Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Site: https://www.senar.org.br.

Alguns Fornecedores/Fabricantes:

– Hidrogood – Horticultura Moderna. Rua Caetano Barrela, 276 – Taboão da Serra/SP – CEP: 06763-460. Telefone: (11) 4787-0900. Site: www.hidrogood.com.br.

– Instituto Campineiro de Análise de Solo (ICASA): Rua Prof. Reine Germana Cazes, 20 – Jardim Miranda – Campinas/SP. CEP: 13032-220. Telefone: (19) 3422-3522. E-mail: icasa@icasa-lab.com.br.

– Unithal – Laboratório Agronômico: Rua Santo Antonio Claret, 161 – Jardim Chapadão – Campinas/SP E-mail: unithal@unithal.com.br. Telefone: (19)3242-6477.

– Flortec – Consultoria, Treinamento e Promoção: Rua Campo do Pouso, 1389 –Holambra/SP. CEP: 13825-000 flortec@flortec.com.br. Telefone: (19) 3802-2234. Site: www.flortec.com.br.

– Munters Brasil Indústria e Comércio Ltda: Rua Anselmo de Lima Filho, 343 loja C – Curitiba/PR – CEP: 81290.250. Telefone: (41) 3317-5050. E-mail: munters@munters.com.br. Site: www.munters.com.br.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Por Gustavo Paes

Revisão e publicação: Gabriel Costa

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