GRUPO CRIA EQUIPAMENTO QUE PERMITE AGRICULTURA HIDROPÔNICA EM AMBIENTE URBANO

Um grupo de engenheiros de Londres, no Reino Unido, lançou uma invenção resultante do engajamento socioambiental. Idrees Rasouli, Roshan Sirohia, Jason C. Cheah e Sebastiaan Wolzak tinham em mente o crescimento populacional das metrópoles e os problemas de abastecimento alimentar quando criaram o Sealeaf. O equipamento permite que se mantenha, em ambiente urbano, cultura hidropônica — com até 42 colheitas em um ano.

No entanto, o invento não vingaria na São Paulo de hoje, por exemplo. Isso porque ele requer uso de água minimamente limpa do mar ou de um rio. O aparelho deve ser colocado em água naturalmente corrente. Também recolhe chuva e resíduos naturais para auxiliar no crescimento da planta. A ideia é substituir a terra fértil, cada vez mais escassa, por um território ainda não tão explorado, o aquático.

“Em 2016, 340 milhões de pessoas vão residir em 21 megacidades pelo mundo, 18 delas costeiras. Alimentar essas cidades em um cenário de crescimento explosivo da população, de urbanização, de aumento dos níveis do mar, de desertificação e de demanda por abundância vai se tornar um desafio além da nossa infraestrutura atual”, afirma o site oficial do Sealeaf.

Diante dessas previsões, o quarteto londrino desenvolveu o equipamento, que custa US$ 50 (aproximadamente R$ 110). Os criadores afirmam que as colheitas podem ser vendidas a preços “razoáveis”, e que o Sealeaf ajuda a eliminar carbono, porque reduz a necessidade de transportar alimentos do campo até a cidade.

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