FALTA DE INFORMAÇÃO ATRASA EXPANSÃO DA PRODUÇÃO HIDROPÔNICA PERUANA

Edwin Santos García é bacharel em agronomia. Sua vocação para a agricultura e o entusiasmo para conseguir algo novo levou-o a pensar além da produção tradicional. E assim, depois de participar, em 2014, de um curso sobre Hidroponia na Universidade Nacional La Molina, García fundou sua empresa, a Hidroponia Chavelita.

Esse singular centro de produção está localizado em Santa María del Valle, a 15 minutos de Huánuco (Peru), onde  produz  alfaces de diversas variedades. O hidroponista é um dos poucos produtores do país e o único de Huánuco que utiliza o sistema de NFT (Nutrient Film Technique), que é, no sistema hidropônico, o mais popular do mundo.  

Santos García explica que a produção hidropônica de alface inicia com a seleção das sementes, que são postas em substratos nas bandejas (berçários), onde permanecem até a germinação. Logo após são transplantadas para as canaletas de cultivo, onde se mantêm por cerca de 30 dias. “No Peru, infelizmente, a falta de informação ainda é um grande entrave na expansão da produção sem solo. Muitos produtores ainda desconhecem a técnica e seus benefícios”, comenta García.

VENDAS

A Hidroponia Chavelita completa, em novembro, sete meses de atividade e produz cerca de 150 pés de alface por dia. Produção essa comercializada em restaurantes e supermercados da região peruana. 

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