ADAPTAÇÕES PARA CONSEGUIR OS MELHORES RESULTADOS

O Doutor em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Diogo Pereira de Castro entra para o time de Consultores Agronômicos Avançados da Revista Hidroponia. Ele vai se juntar a especialistas como Jorge Barcelos, que coordena o Laboratório de Hidroponia (LabHidro) da Universidade Federal de Santa Catarina, a Pedro Furlani, sócio-diretor da Conplant, de Campinas (SP), e a Glaucio Genuncio, professor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), entre outros.

O especialista, de 32 anos, é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em 2010. Castro possui experiência com o cultivo sem solo desde 2007 e aplicações biotecnológicas na agricultura, como a utilização de Bacillus subtillis na Hidroponia. “Nós tínhamos uma pequena hidroponia e, em 2011, fizemos o curso do LabHidro. A partir dali, partimos para a produção comercial”, lembra. Sua empresa, a Hidrotec da Amazônia, produz mensalmente de 15 mil a 20 mil maços de alface, rúcula e agrião para atender supermercados e restaurantes. A estufa tem 1.040 metros quadrados. 
         O clima diferente – principalmente a alta temperatura – obriga o produtor a fazer adaptações, com estudos científicos. Um dos trabalhos descobriu que em Manaus (AM), o mais indicado para produzir rúcula é a CE de 2.0, enquanto no restante do País é de 1.4. “Já para a alface, o mais indicado é 1.0 de CE, enquanto normalmente se produz a folhosa com 1.8 de CE”, explica.

Castro também está à frente do projeto Controlponics, para a criação de um sistema automotizado de monitoramento e controle da solução nutritiva de plantações hidropônicas. A iniciativa recebeu um aporte de R$ 150 mil do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Amazonas). “A expectativa é aumentar a produção da empresa e ajudar outros produtores hidropônicos – evitando monitoramentos que fogem do padrão e vulneráveis à avaliação imprecisa do funcionário -, otimizar tempo e mão de obra com essa prática diária, e diminuir o uso de agrotóxicos no combo de nutrientes que faz as hortaliças crescerem”, completa.  Fonte: Diogo Pereira de Castro – Consultor

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