2º CONGRESSO LUSO-BRASILEIRO DE HORTICULTURA DEVE CRIAR CENÁRIO DE COOPERAÇÃO ENTRE BRASIL E PORTUGAL

Fortalecer a ligação entre pesquisa e inovação no setor hortícola. É este o objetivo  do 2º Congresso Luso-Brasileiro de Horticultura, que este ano acontecerá em Goiânia, Goiás. O cerrado brasileiro foi escolhido para sediar o evento por alguns motivos. É lá que se concentra o maior polo agroindustrial de tomate da América Latina. Além disso, de acordo com o professor da Esalq-USP e coordenador executivo do CLBHort2019 Paulo de Melo, “nessa região a olericultura é realizada em escala empresarial, com alta tecnologia de cultivo, com destaque para a produção de cenoura, batata, alho, beterraba entre outras hortaliças. Os setores de fruticultura e de floricultura e de plantas ornamentais também estão em franca expansão nesta região.”

A criação de um ambiente para o intercâmbio de conhecimentos, experiências e informações sobre temas do agronegócio hortícola contemporâneo entre Brasil e Portugal é o cerne das discussões que serão propostas ao longo do evento. Ao todo, sete workshops serão ministrados por especialistas brasileiros e portugueses da área da agronomia e agricultura. A Hidroponia tem espaço garantido no congresso, por meio do workshop Hidroponia no Cerrado, que terá como ministrantes a professora da UFG e engenheira agrônoma Abadia dos Reis Nascimento e Julio Carlos Polimeni de Mesquita, engenheiro agrônomo e pesquisador do Instituto Agronômico de Pernambuco. Além dos workshops, conferências plenárias e uma série de palestras estão programadas.

O setor econômico terá destaque no congresso. O coordenador explica que  o motor do desenvolvimento da horticultura moderna é baseado no conhecimento e sustentabilidade. Desta forma, a capacidade de inovar e a criatividade precisam se unir para criar um ambiente de competitividade. “Visamos a criação de uma plataforma com o objetivo de alavancar o desempenho da indústria hortícola luso-brasileira e aumentar a sua competitividade a nível internacional.” Melo ainda pontua que o congresso deverá criar um fórum para todas as partes interessadas nas fitotecnias hortícolas do Brasil e de Portugal. “ Trata-se de uma iniciativa que tem por objetivo desempenhar papel-chave na criação de um ambiente de encontro atrativo para os países que compõem a comunidade dos países de língua portuguesa”, finaliza.

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